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Gerenciando ao Longo das Gerações
 

Gerenciar ao longo das gerações tem sido um assunto muito abordado ultimamente. Um dos tópicos mais comentados da atualidade é “Como gerenciar a Geração Y”. Embora cada geração tenha suas próprias características, há mais do que apenas certas técnicas de gestão que podem também ser colocadas em prática com funcionários de qualquer geração.

 

  • Ter um relacionamento positivo com a gestão
    A organização Human Resource Development relatou que, em um recente estudo desenvolvido pela Gallup com cerca de 400 empresas, o tipo de relação que um funcionário possui com seu supervisor imediato é fator determinante correspondente a sua retenção, muito mais do que o salário ou benefícios do trabalho. Outro fator influente pela retenção de funcionários é a empresa possuir uma liderança justa e inspiradora, incluindo a orientação e o coaching. A Gallup também revelou que o que determina a produtividade e satisfação de um funcionário, é ele acreditar e confiar que o seu supervisor preocupa-se com o bem-estar dele.
     
  • Reconhecimento e valorização
    Algumas pessoas são mais motivadas por outros tipos de incentivos que não seja a monetária. Em um estudo realizado pelo instituto de pesquisa sobre a retenção de funcionários Employee Retention Headquarters, o reconhecimento e o envolvimento do supervisor em relação ao seu funcionário, são citados com mais frequência como sendo responsáveis por manter um funcionário feliz, a frente até mesmo que o dinheiro. Eles precisam ser convencidos, verbalmente ou não, que a gerência respeita as funções nas quais ele ocupam, e que são importantes para o sucesso da organização. Eles gostam de celebrar marcos e vitórias, tanto publicamente como no privado, verbalmente e por escrito, com prontidão e sinceridade.

     
  • Incentivar e realizar o trabalho
    No boletim de Outubro 2003 da ASTD (sigla em inglês para Associação de Treinamento e Desenvolvimento Profissional), o relatório de carreiras sugere que, atualmente, para a maioria dos trabalhadores, ser valorizado e motivado no trabalho engaja muito mais que promoções ou salário. É difícil avaliar o impacto que o entusiasmo e o bem-estar dos funcionários causam na empresa. Gestores que incluem seus funcionários logo no início dos projetos e estimulam seu envolvimento, adquirem ideias mais criativas e conquistam o investimento e orgulho deles nos resultados finais. Ao permitir que funcionários participem ativamente na tomada de decisões, num amplo espectro de questões, gera-se um ambiente aprazível e que no qual querem permanecer.

     
  • Trajeto profissional e oportunidades de crescimento
    A probabilidade de um funcionário ir procurar emprego em outro lugar é bem menor se a empresa em que ele trabalha proporcionar-lhe oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Oferecer programas de treinamento e capacitação profissional, indica que a gestão está disposta a investir no funcionário. Isso é fundamental para a retenção de talentos. Além disso, encorajar seus funcionários a participarem de organizações profissionais, pagando-lhes a taxa de adesão, disponibilizar lhes tempo livre e taxas de admissão para que possam participar de eventos e conferências são maneiras de manter o funcionário motivado. Empresas que possuem a taxa de retenção de funcionários elevada, são reconhecidas por fazerem contratações internas. Traçar o plano de carreira em conjunto com seu funcionário (não necessariamente em direção ao topo da hierarquia), permite-lhe ganhar o comprometimento dos profissionais e seu envolvimento com os objetivos organizacionais.

     
  • Gestores que respeitam o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal
    Empresas que promovem o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional de seus trabalhadores, retêm um número muito maior de funcionários do que aquelas que cultuam que o empregado deve se dedicar exclusivamente ao trabalho. Reconhecer e respeitar a importância da vida pessoal evita o desgaste profissional e promove a lealdade. Segundo a organização Human Resources Development, as empresas precisam estar cientes quanto às questões da qualidade de vida no trabalho. Elas devem estar dispostas a oferecer horários flexíveis e serem sensíveis no que condiz à jornada dupla e aos desafios no cuidado de crianças e idosos.

     
  • Remuneração e benefícios competitivos
    Dinheiro é importante, porém tem menos importância do que você imagina. Funcionários procuram ser remunerados de forma justa e competitiva. Eles têm o direito de possuir benefícios padrões como o seguro de saúde e previdência social. Em uma pesquisa com empresas alimentícias, 92% dos entrevistados indicaram que um aumento de salário no valor de US$ 10.000 ao fim do ano, não iria levá-los a mudar de emprego, caso estiverem recebendo treinamentos de desenvolvimento pessoal e profissional.

 

 

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